Toda oração é errada, algumas más

Não pedimos “como convém”temp_aabundance-300x225.jpg. Ainda bem que nossas orações sinceras chegam “revisadas” a Deus (Rm. 8.26). Mas, nossas orações podem ser também cruéis ou doentias. Podemos orar errado como uma criança que não entende bem as coisas e podemos orar errado como um adulto egoísta. “… pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres”(Tg. 4.3).

Pedir corretamente é pedir o que Deus quer nos dar, o que resulta em glória para Ele. Orar corretamente é se abrir a um projeto de transformação. Orar corretamente faz converter o foco, a motivação, o objetivo principal. Como disse Richard J. Foster: “Na oração, na verdadeira oração, começamos a pensar os pensamentos de Deus à sua maneira: desejamos as coisas que ele deseja, amamos as coisas que ele ama. Progressivamente, aprendemos a ver as coisas da perspectiva divina.”

Então, orar corretamente é uma aventura, é conhecer mais a única constância na oração: Aquele que ouve nossas orações. E entramos num círculo virtuoso: conhecemos a Deus e oramos corretamente e, porque oramos corretamente,  conhecemos mais a Deus e à sua vontade.

“Eu sou o fundamento de tua súplica; primeiro, é minha vontade que recebas o que suplicas; depois, faço-te desejá-lo; e então faço-te suplicá-lo e tu o suplicas. Como, pois, não haverias de receber o que suplicas?”  (Juliana de Norwich)

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