A oração

Unity Church Stock Photos.jpg​Muitas orações já foram feitas ao longo da história, mas existe uma que pode ser chamada de “a oração” e foi registrada em João 17. Houve um pregador famoso que, de tanta reverência, nunca ousou pregar um sermão sobre este texto.

E o que tem essa oração de tão especial? A combinação de ser uma oração de Jesus, quando ia para a cruz, e o assunto, o maior problema do Reino: pedia para que aqueles que iriam crer nele fossem unidos.

Ele conhecia o Maligno – aquele que separa -, conhecia a natureza humana e conhecia também o poder inibidor da falta de unidade. Ele tinha ensinado que casa dividida não prospera, mas ensinar não era suficiente. O problema era muito grave. O Senhor, então, fez da Unidade seu ministério de oração e usava todas as forças para protegê-la. Paulo entendeu isso e orientou os de Éfeso a  serem guardiães da unidade.
“A Oração” revela preocupação para que todos estejam incluídos – “nenhum se perdeu”, orou Jesus. Afinal, não existe unidade real se alguém é deixado fora. Às vezes, brincávamos com nossa filha do meio, quando tinha perto de seus sete anos, dizendo que iríamos deixar para trás um dos seus irmãos. Ela abria um berreiro, esperneava e gritava como se o mundo fosse acabar. A tragédia é que nem sofremos com o que mais preocupava o Senhor.
Mas, não se trata apenas de união de propósitos, fraternidade ou solidariedade. Isso, os não crentes podem conseguir. A questão é muito mais complexa e desafiadora, é unidade no Cristo e em sua natureza. “Na Palavra, santifica-os”. O problema do Reino é a divisão dos que pertecem ao Rei. Se este for resolvido, o mundo vai crer. Equivale a afofar e preparar a terra para receber a boa semente.
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