Influenciáveis

The Ripple Effect Christian BackgroundAlgumas coisas ou pessoas causam uma influência em nossas vidas quando a elas somos expostos, mesmo que passivamente. Posso decidir proteger-me ou desproteger-me, mas não posso impedir ser influenciado por uma grande força quando ela está muito perto. Posso fechar ou abrir minha mente a uma palestra. Muitas pessoas não querem, por exempo, ter uma Bíblia dentro de casa e evitam entrar numa igreja, por medo de serem “puxadas”. Esse medo tem uma gota de fundamento.

Posso decidir ficar perto de pessoas sábias, pessoas santas etc. Sim, influência boa existe. Posso despir o meu neto quando o levo para tomar sol, para que fique ainda mais exposto. Até a fé vem de se ficar exporto à  Palavra de Deus. Jesus disse que é abençoado aquele que ouve a sua Palavra. Se você quer mais de Deus e mais do Reino de Deus, tome a decisão de ficar mais exposto à presença de Deus. Moisés ficou perto e algo de Deus passou para ele. As pessoas reconheceram que Pedro e João haviam estado com Jesus. O povo de Israel ficou ouvindo a leitura da Bíblia até o meio dia e algo muito forte aconteceu, “choravam enquanto ouviam”.

A Bíblia conta que todos os habitantes da cidade de Nínive pararam de comer e beber – dieta da Bíblia – e ficaram meditando exclusivamente numa mensagem que tinham recebido do profeta Jonas. Isto causou um impacto tão grande que modificou o destino da cidade e mexeu com os planos até mesmo de Deus.

“Perguntaram um dia a um pedaço de argila
que exalava um suave odor:
– De onde te vem este perfume, se és apenas lama?
Ao que ela respondeu, humildemente:
– Morei muito tempo, perto de uma flor.”

A que ou a quem você tem sido exposto?

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O perigo dos bonzinhos

bajuladoresNos meus grupos de rede social, observo os “bonzinhos”, prestativos e gentis. Quando alguém posta uma notícia qualquer, mesmo das mais triviais, tem sempre alguém marcando presença, elogiando e curtindo. Alguns fazem isso por piedade ou solidariedade. Outros são bajuladores e estão fazendo política.

Dê-me um tempo, pare de valorizar a feiura e a mediocridade. Isso não é ser cavalheiro, é ser hipócrita. Pare também de contestar quem vence, apenas porque conseguiu. Isso não mostra que você é um cidadão consciente, mostra que é um invejoso. E, por favor, respeite quem derrama um perfume caro para honrar a quem merece. Evite fazer o que é fácil, se não está disposto a fazer também o trabalhoso. Não demostre apoio a uma campanha de solidariedade, se não vai colocar a mão no bolso.

Claro que a competência, o belo e o sofrimento intenso devem ser destacados. Mas, cuidado com esses tais. O beijo de Judas doeu mais que a martelada do soldado. Uma antiga canção diz: “Deus quer um homem que saiba dizer “sim”; Deus quer um homem que saiba dizer “não”.

“Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? (Mateus 21:28-31)

Eu tenho medo dos “bonzinhos”.

O problema da boa reunião

Quando pessoas estão trabalhando juntas, num só propósito, chamamos isso de equipe. Quando Deus trabalha com uma equipe, por falta de uma palavra melhor, vou chamar de “O Fator Colegiado”. Jesus disse que “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20). Parece ser o sonho de Deus, conseguir produzir com os homens. Juntos. Vejo isso na criação, no povo de Israel caminhando quarenta anos pelo deserto, na instituição da Igreja, e hoje em dia. Ele não resiste ao ver dois discípulos andando no caminho para Emaús, discutindo as escrituras; Ele acabou se achegando para perguntar “o que vocês estavam discutindo?”. Dá a impressão que Deus tem uma carência. Ele precisa ser Deus Conosco.IMG_0255

Mas, então, por que um colegiado produz aberrações? Por que uma reunião da Igreja decide mandar queimar na fogueira uma pessoa inocente? Claro que essa participação de Deus é algo muito sensível. Precisamos aprender a conviver com essa influência. Ele não pode exercer plenamente o poder de Deus quando Ele está “jogando” no time como um participante. Ele é o dono da bola, mas é também um cavalheiro. Há casos em que Ele já se foi, e os homens estão sozinhos, embora ainda sendo uma equipe. Há casos em que a equipe tem propósitos ruins, então temos uma quadrilha.

Quero destacar a boa equipe, que ainda tem Deus participando, mas toma decisões ruins. Como pode ser isso possível? Primeiro, Ele nos deixa errar. Penso que, principalmente, para aprendermos. Segundo, porque há uma Lei que faz com que as coisas precisem ser assim. Temos que conviver, na equipe, na família e na igreja, com indivíduos que se desviaram. Teria um Judas em cada colegiado de doze? Terceiro, muitas vezes os mocinhos dão palpites idiotas, que o Senhor chama de diabólicos. Quando Pedro, na sua “piedade” sugeriu que Jesus desviasse o seu propósito, teve que ouvir “para traz de mim Satanás”. Isso mesmo, pessoas do bem fazem estragos no colegiado quando não são disciplinadas por uma liderança firme.